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Pesquisadores da UFPB descrevem aminoácidos como alimentos funcionais

Isso mesmo. Pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desafiaram a utilidade nutricional dos aminoácidos para poedeiras e chegaram à conclusão de que eles não são apenas facilitadores de desempenho animal, mas também alimentos funcionais. As exigências nutricionais das galinhas poedeiras são influenciadas por diversos fatores, entre eles podemos citar a linhagem, a produção em massa de ovos, o nível de energia da ração, composição e digestibilidade dos alimentos, temperatura do ambiente de criação, instalações, densidade de alojamento, espaço no comedouro e método de determinação das exigências nutricionais. Como dito antes, a complexidade da alimentação das galinhas poedeiras é ainda testada no momento da formulação das rações.

Muito se comenta sobre a utilização do conceito da Proteína Ideal nas formulações das rações para aves. Esse conceito já está amplamente utilizado e bem consagrado, pois podemos dizer com certeza que os efeitos já são conhecidos e não há mais motivos para formulações usando ainda a proteína bruta como base. Os aminoácidos industriais suplementam perfeitamente as rações e a tornam a cada dia mais completa e possibilitam melhores índices produtivos. Mas em relação aos dados recentes, sutilmente nos gera uma grande e importante dúvida. Será que as práticas mais modernas de formulação de ração como a que comentamos antes só melhoram os índices produtivos? E antes de melhorar a produção de ovos, por exemplo, o que ocorre na poedeira para que ela possa aumentar o número de ovos postos? Essas questões nos remetem à evidência clara e fisiológica de que a ave só melhora o seu desempenho produtivo se houver condições fisiológicas para isso, certo? Sim, claro! Então, o que ocorre de verdade?

Pensando nisso, uma pesquisa foi desenvolvida para avaliar os efeitos de níveis crescentes de triptofano digestível nas rações de galinhas poedeiras leves. O estudo se baseou em formulações à base de milho e de farelo de soja, atendendo as recomendações de Rostagno et al. (2005), pois na época do projeto tais tabelas eram as mais recentes. Foram avaliados os resultados de dados de desempenho e de qualidade interna e externa de ovos. Mas isso não foi tudo, avaliações histológicas do aparelho reprodutivo e digestório das aves foram feitas com o objetivo maior de responder questões anteriormente expostas. Leia a íntegra do artigo no nosso acervo de trabalhos técnicos.

Aminoácidos funcionais na nutrição de poedeiras – Lima, M.R , Costa, F.G.P, Guerra, R.R, Dantas, L.S, Cavalcante, L.E.

Ambiência
Autores

Variação da temperatura de poedeiras criadas em dois sistemas de criação em ambiente controlado

Objetivou-se com esse trabalho avaliar a variação da temperatura superficial das aves de postura comercial da linhagem Dekalb White, criadas em dois sistemas de criação (gaiola enriquecida e sistema alternativo), correlacionando com as diferentes condições climáticas de alojamento no interior da câmara climática através da termografia infravermelha. O experimento foi dividido em três períodos de 28 dias, sendo 7 dias de adaptação. Os três períodos consistiram em temperaturas de 20ºC, 26ºC e 32ºC com umidade relativa de 60%. No final de cada período foi escolhida ao acaso 12 aves criadas na gaiola enriquecida e 12 aves criadas no sistema alternativo para registrar as temperaturas do corpo, da cabeça e da perna.

Camerini, N. L.
Silva, R. C.
Nascimento, J. W. B.
Silva, G. A.
Souza, B. B.
Furtado, D. A.

Novas ferramentas para avaliar a ambiência na avicultura

O agronegócio no Brasil obteve um significativo desenvolvimento tecnológico nos últimos 20 anos, posicionando o país entre os grandes expoentes mundiais.

Bueno, L. G. F.
Pereira, D. F.
Silva, G. F.

Atenção ao bem-estar das poedeiras - Efeito do Aumento de Temperatura Sobre as Aves

A elevação de temperatura ambiente acarreta uma série de efeitos altamente prejudiciais à produção de aves. Isto torna imprescindível que se criem climas internos capazes de diminuir o trabalho exercido pelo sistema metabólico dos animais. Lembramos, porém, que a compreensão do clima, em um aviário, inclui o clima externo, o macro-clima , o micro-clima e ático. Considerando-se que a temperatura interna das aves em questão está fixada entre 40 e 410C, a temperatura interna de um galpão de criação deveria, segundo a literatura especializada, estar ao redor dos 240 C, nos primeiros quatro ou cinco dias de vida, mantendo-se, após esse período, entre 18 0C e 210C. No período de produção, é considerada adequada a faixa de temperatura entre 12,7 0C e 24 0C.

Rossi, P. R.

Dejetos na Atividade Avícola: Qual o Destino Ecologicamente Correto ?

Aconteceu nos dias 08 e 09 de junho de 2000, em Fortaleza, o IV Seminário Nordestino de Pecuária (PECNORDESTE 2000), que apresentou como tema principal "Agronegócio e Meio Ambiente". Assim, nos diversos fóruns de discussão específicos dos segmentos pecuários contemplados (apicultura, ovinocaprinocultura, suinocultura, aqüicultura, bovinocultura leiteira e avicultura) houve uma preocupação por parte dos expositores no sentido de discutir a necessidade de explorar as atividades de forma a obter resultados economicamente viáveis sem, no entanto, degradar o meio ambiente, priorizando a garantia da qualidade de vida das gerações futuras.

Alves, M. O.

Iluminação - Importância e Tipos

A iluminação deve ser considerada como um dos pontos importantes no ambiente físico que afeta a produção avícola. O foto período, a intensidade, a qualidade e cor da luz afetam o comportamento e a performance. O fornecimento de luz, para frangos de corte, durante o período noturno, tem como finalidade permitir que as aves possam ingerir ração e água, melhorar o crescimento e adaptá-las ao ambiente nos primeiros dias de vida e no transcorrer do período de criação.

Butolo, J. E.

Variação da Temperatura da Àgua de Bebida, em Bebedouros Tipo Calha, em Aviários de Postura

Estudos mostram que as aves podem perder até 90% de suas reservas de gordura 50% das reservas de proteína, mas não mais do que 20% das reservas de água do seu organismo, sem comprometimento da sobrevivência (Macari, 1995). Pesquisas demostram que a resposta desencadeada pelo nervo lingual da ave, inicia-se quando a temperatura da água está na faixa de 24° C. quando a temperatura da água atinge 36 ° C, há um grande aumento da atividade nervosa, dez vezes maior do que na temperatura de 24 ° C. esse efeito neurofisiológico mostra que a temperatura da água acima de 24 ° C já é capaz de ser percebida pela ave, e que, em temperaturas maiores a transmissão da informação térmica (isto é, água quente) é emitida para o sistema nervosos central do animal, (Macari, 1995).

Nääs, I. A.
Menezes, F. J.
Silva, I. J. O.

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