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Milho: leves movimentações no mercado interno
Campinas, SP, 18 de Abril de 2017 - No mercado interno do milho as cotações iniciaram a semana com ligeiras movimentações. Segundo levantamento realizado pelo economista André Lopes, o valor subiu 13,33% em Sorriso (MT), com a saca do cereal a R$ 17,00. Em Castro (PR), o ganho foi de 1,96%, com a saca a R$ 26,00.

Em contrapartida, o valor recuou 4,35% na localidade de Tangará da Serra (MT) e a saca encerrou o dia a R$ 22,00. Nas praças de Jataí e Rio Verde, a queda foi de 2,38%, com a saca a R$ 20,50. Em Campo Grande (MS), o recuo ficou em 2,56%, com a saca a R$ 19,00. No Porto de Paranaguá, o valor futuro, para entrega em setembro, permaneceu em R$ 29,00 a saca.

Na visão do consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a perspectiva é de estabilização nos preços do cereal. "Isso porque nos últimos dias, os preços já tocaram o fundo do poço e temos os compradores que começam a voltar às compras após a Operação Carne Fraca", pondera o especialista.

Embora a perspectiva não é de uma reação expressiva nos preços, uma vez que quase metade da safra de verão, de cerca de 30 milhões de toneladas, ainda precisa ser negociada, conforme ressalta o consultor. "Temos em torno de 15 milhões de toneladas de milho, da primeira safra, a ser comercializada. E se considerarmos o nosso consumo mensal, de 5 milhões de toneladas, temos milho suficiente para abastecer o mercado até a chegada da safrinha", acredita.

Para a safrinha, os produtores seguem preocupados com a queda nos preços. Em muitas regiões, os preços praticados já estão abaixo do valor mínimo fixado pelo Governo, como é o caso de Mato Grosso. Algumas localidades do estado já registram valor de R$ 14,00 a saca, contra o preço mínimo de R$ 16,50 a saca.

Diante desse cenário, as negociações seguem lentas, o que gera mais uma preocupação em relação à armazenagem do produto. Em muitas regiões, os silos estão ocupados com a soja, já que o recuo registrado nos preços fez com que os produtores segurassem as vendas.

Paralelamente, na BM&F Bovespa, as cotações futuras do milho subiram na sessão desta segunda-feira. As principais posições do cereal acumularam ganhos entre 0,03% e 1,47%. O contrato maio/17 era cotado a R$ 27,60 a saca e o setembro/17 a R$ 27,60 a saca também. O novembro/17 encerrou o dia a R$ 28,01 a saca.

Os preços subiram apesar da queda registrada nos preços em Chicago e também no dólar. A moeda norte-americana caiu mais de 1,34% nesta segunda-feira e encerrou o dia a R$ 3,1044 na venda. Segundo a Reuters, o câmbio recuou "com atuação do Banco Central no mercado e esforços do governo para manter o cronograma de votação da reforma da Previdência no Congresso Nacional animando os investidores".
(Notícias Agrícolas) (Fernanda Custódio)
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