Segunda-feira, 23 de Julho de 2018
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Cobb-Vantress promove campanha para desmistificar informações envolvendo a produção de frango

Série de vídeos aborda a qualidade da avicultura brasileira
Guapiaçu, SP, 06 de Julho de 2018 - Sete em cada dez frangos consumidos no Brasil possuem a genética da Cobb-Vantress, líder mundial no fornecimento de aves de produção para frangos de corte e em especialização técnica no setor avícola. Pensando nisso, a companhia lançou uma campanha para abordar os mitos e verdades envolvendo a produção da carne de frango no País. O primeiro material, distribuído em formato de vídeo para clientes, parceiros e público em geral, trata do mito da utilização de hormônio no crescimento da ave.

“Essa é uma das principais preocupações dos consumidores. Eles querem saber a procedência da carne que estão comprando e se ela é de qualidade. Neste sentido, acreditamos que é de extrema importância informá-los sobre o processo de criação da ave e que não há nenhum tipo de hormônio aplicado nela”, disse o gerente de Marketing da Cobb, Cassiano Bevilaqua.

De acordo com o executivo, os frangos produzidos no Brasil apresentam resultados de qualidade sem a interferência de substâncias artificiais, porque recebem alimentação balanceada e são produzidos dentro das mais rígidas normas de biosseguridade. Além disso, em aves com o selo da Cobb, o fator principal é o crivo da seleção genética, um processo de aprimoramento e melhoramento genético feito pela companhia, há mais de 100 anos, com a seleção constante das melhores aves. Isso significa que a Cobb separa as aves com melhores resultados nos principais aspectos relacionados à produção e consumo. Ou seja, apenas as aves com maior quantidade de carnes nobres, menos disposição à enfermidades, maior fertilidade, menor geração de dejetos, entre outras características, são selecionadas para originar outras aves, garantindo a transmissão destas características.

“Nosso processo de Produção é voltado ao desenvolvimento de um animal que produz mais, consumindo menos. Ao longo do anos, a genética tem sido capaz de gerar uma ave que apresenta maior quantidade de carne com qualidade e redução de custos ao produtor, uma vez que as casas genéticas trabalham constantemente para produzir aves mais eficientes”, explica Bevilaqua.

Além da atuação da genética, que não exige o uso de hormônios no crescimento da ave, uma Instrução Normativa publicada, em 2004, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) proíbe o uso de substâncias que tenham como finalidade o crescimento e a eficiência alimentar das aves. A prática é fiscalizada pelo órgão, em parceria com as secretarias de Apoio Rural e Defesa Animal.

Um último ponto, destacado por Bevilaqua, diz respeito à impossibilidade de aplicação de um possível hormônio por via injetável, devido a grande quantidade de frangos que compõem um plantel. “Além disso, é importante observar que um hormônio necessitaria de cerca de mais de 60 dias para proporcionar qualquer tipo de melhoria, enquanto a maioria das aves no Brasil são abatidas com idade entre 42 e 50 dias. Ou seja, mesmo que uma substância como essa existisse, não haveria tempo hábil para geração de resultados na ave antes do consumo”, finaliza o gerente.

(Cobb-Vantress) (Assessoria de Imprensa)
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