Segunda-feira, 17 de Junho de 2019
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Milho: com alta do dólar, preço sobe 2,47% e bate R$ 41,50/sc nesta 5ª feira no Porto de Paranaguá
Campinas, SP, 10 de Agosto de 2018 - Nesta quinta-feira (9), a saca futura do milho, para entrega em setembro/18, subiu 2,47% e bateu R$ 41,50 no Porto de Paranaguá. A cotação foi impulsionada pela forte alta do dólar, que subiu mais de 1%, cotado a R$ 3,8034.

Segundo informações da Reuters, o câmbio tocou o patamar mais alto desde 19 de julho, quando o dólar atingiu o nível de R$ 3,8448. A cena eleitoral no Brasil e os novos episódios da guerra comercial entre Estados Unidos e seus parceiros comerciais continuam dar sustentação para a moeda.

No mercado interno, a quinta-feira também foi positiva aos preços do milho. Em Campinas (SP), a alta ficou em 7,58%, com a saca do cereal a R$ 42,60. Em Campo Grande (MS), o preço subiu 3,33% e a saca encerrou o dia a R$ 31,00.

Na região de Ponta Grossa (PR), a valorização ficou em 2,86%, com a saca a R$ 36,00. Já em Tangará da Serra (MT), a alta foi de 2,17%, com a saca do grão a R$ 23,50. As informações fazem parte do levantamento diário realizado pela equipe do Notícias Agrícolas.

De acordo com os especialistas, as cotações encontram suporte na decisão dos produtores em postergarem as vendas do cereal. Em contrapartida, os consumidores estão retornando ao mercado para recomporem os estoques e pagam mais pelo cereal.

O pregão desta quinta-feira (9) foi negativo aos preços do milho praticados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity ampliaram as perdas ao longo do dia e finalizaram a sessão com quedas entre 1,75 e 2,25 pontos. O vencimento setembro/18 era cotado a US$ 3,69 por bushel, enquanto o dezembro/18 trabalhava a US$ 3,82 por bushel.

Conforme destacam as agências internacionais, as cotações recuaram diante do ajuste de posições por parte dos investidores antes do relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será reportado nesta sexta-feira (10). A expectativa é que o órgão revise para cima as projeções para a safra americana.

"Estamos vendo a consolidação à frente do relatório", disse Terry Reilly, analista sênior de commodities da Futures International em entrevista à Reuters internacional. "Tradicionalmente, o relatório de agosto tende a gerar grandes oscilações de preço".

E, apesar da perspectiva de ajuste positivo na safra americana, as atenções permanecem voltadas ao comportamento do clima no Meio-Oeste. Cerca de 71% das lavouras de milho apresentavam boas ou excelentes condições até o último domingo (5).

"Após as chuvas no Meio-Oeste essa semana, espera-se que partes da região se tornem mais secas nas próximas duas semanas, em um estágio crítico de desenvolvimento para o milho e a soja, disseram meteorologistas", segundo dados da Reuters.

Ainda nesta quinta-feira, o USDA indicou as vendas semanais de milho da safra velha em 554,5 mil toneladas na semana encerrada no dia 2 de agosto. O volume ficou dentro do esperado pelos investidores, entre 300 mil a 600 mil toneladas.

No caso da safra nova, o número ficou em 657,7 mil toneladas, contra as apostas dos participantes do mercado, de 400 mil a 900 mil toneladas.
(Notícias Agrícolas) (Fernanda Custódio)
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