Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019
Saúde Animal

USDA revela metas para rastreabilidade de doenças animais
São Paulo, SP , 01 de Outubro de 2018 - O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou quatro metas abrangentes para aumentar a rastreabilidade de doenças animais para proteger a saúde em longo prazo, a comercialização e a viabilidade econômica da indústria pecuária norte-americana.

Segundo o Meating Place, o subsecretário para os Programas de Regulamentação e Marketing do USDA, Greg Ibach, afirmou que um sistema abrangente é necessário para a melhor proteção contra um surto potencialmente devastador, como a febre aftosa.

“Temos uma responsabilidade para com esses produtores e a agricultura americana como um todo para tornar rastreabilidade das doenças animais o que deveria ser – um sistema moderno que rastreia animais desde o nascimento até o abate usando tecnologia acessível, que permite ao USDA rastrear rapidamente animais doentes e expostos para deter doenças espalhar”, disse Ibach em um comunicado.

As quatro metas do USDA para aumentar a rastreabilidade são:
- Promover o compartilhamento eletrônico de dados entre autoridades federais e estaduais de saúde animal, veterinários e indústria, incluindo o compartilhamento de dados básicos de rastreabilidade de doenças animais com o repositório federal de eventos de saúde animal (AHER).

- Uso de identificadores eletrônicos para animais que requerem identificação individual para tornar a transmissão de dados mais eficiente.

- Melhorar a capacidade de rastrear animais desde o nascimento até o abate através de um sistema que permite o rastreamento de pontos de dados a serem conectados.

- Elevar a discussão com os estados e a indústria para trabalhar em direção a um sistema em que os certificados de saúde animal sejam transmitidos eletronicamente de veterinários particulares a autoridades estaduais de saúde animal.

Calendário
O USDA começará a implementar as metas no ano fiscal de 2019. A agência disse que trabalhará com os estados e a indústria para estabelecer padrões de referência apropriados para mostrar progresso.

Identificadores eletrônicos

O USDA disse que não exigirá o uso de identificadores específicos. Os identificadores eletrônicos permitirão que os animais se movimentem mais rapidamente através de portos, mercados e vendas, e também ajudarão a garantir uma resposta rápida quando ocorrer um evento de doença, disse a agência. Para ajudar na transição para a identificação eletrônica, o USDA disse que está encerrando o programa gratuito de identificadores de metal e, em vez disso, oferece uma participação de custo para identificadores eletrônicos.

Os objetivos são de um Grupo de Trabalho Estadual e Federal de Rastreabilidade de Doenças Animais, que desenvolveu 14 pontos chave para o avanço da rastreabilidade, afirma o USDA. Eles também estão de acordo com o feedback do Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS) recebido em reuniões de partes interessadas realizadas em todo o país. O USDA disse estar comprometido com a continuação da discussão e colaboração para garantir que os esforços de rastreabilidade sejam coordenados em todo o país.
(Allflex) (Assessoria de Imprensa)
Imprimir esta notícia...
|
Deixe aqui sua opinião, insira seus comentários.
O espaço também é seu!

Quarta-Feira, 16/01
Terça-Feira, 15/01
FRANGO/PERSPEC 2019: após ano difícil, cenário sinaliza recuperação para 2019 (11:27)
OVOS/PERSPEC 2019: excesso de produção pode limitar ganho; produtores devem ter cautela em 2019 (11:25)
SUÍNOS/PERSPEC 2019: exportação e custo menor podem garantir ano mais positivo (11:23)
BOI/PERSPEC 2019: após exportação recorde em 2018, setor aposta em demanda interna em 2019 (11:21)
Foto de ovo tem o maior número de “curtidas” do mundo (07:39)
Redes de fast-food não se comprometem com bem-estar de frangos, diz ONG (07:38)
eSocial: o que o empregador PF precisa saber sobre CAEPF (07:37)
Baixa demanda por carne bovina mantém mercado do boi com pouca movimentação (07:20)
Importações chinesas de soja recuaram 8% em 2018 (07:18)
Soja testa leves altas em Chicago nesta 3ª feira corrigindo as últimas baixas (07:17)
Segunda-Feira, 14/01
Cooperativa Lar apresenta planos de desenvolvimento para 2019 (12:49)
MILHO/CEPEA: preços apresentam comportamento distinto dentre as regiões (10:33)
SOJA/CEPEA: desvalorização do dólar frente ao real pressiona cotações internas (10:31)
Empresas de proteína animal buscam aproximação com pasta da Agricultura (08:30)
Mesmo com Carne Fraca, Brasil lidera vendas à UE (08:18)
Empreitada da BRF na Argentina deixa R$ 1,2 bi em perdas (08:10)
Oferta maior que a demanda no mercado de ovos (08:06)
Boi Gordo: escalas de abate confortáveis, mas pressão de baixa não é generalizada (08:03)
Para evitar risco de desabastecimento, China deve triplicar compras de milho (08:01)
Soja recua em Chicago nesta 2ª feira realizando lucros e refletindo menores importações da China (08:00)
Sexta-Feira, 11/01
FRANGO/CEPEA: poder de compra segue pressionado neste início de 2019 (09:22)
OVOS/CEPEA: preços iniciam 2019 em queda (09:20)
Cooperativas engajadas no desenvolvimento catarinense (08:00)
BRF conclui venda de ativos na Argentina e arrecada R$ 560 milhões (07:45)
Boi Gordo: recuo na demanda reflete em desvalorização da arroba (07:42)
Milho: Bolsa de Chicago encerra quinta-feira com quedas de 5 pontos (07:32)
Soja fecha com baixas de dois dígitos em Chicago nesta 5ª feira (07:30)
Quinta-Feira, 10/01
C.Vale inicia calendário de eventos promovendo mais uma edição de seu tradicional dia de campo (11:39)
SUÍNOS/CEPEA: embarques de carne suína voltam a recuar em dezembro (09:31)
BOI/CEPEA: 40% das exportações brasileiras são destinadas para Hong Kong e China (09:30)
Conab divulga novo estudo da safra de grãos e estima que produção será de 237,3 milhões de toneladas (09:28)
China pode comandar mercado mundial de aves (08:18)
Financiamento da produção aumentou 14% em relação ao semestre anterior (08:16)
Milho: preços em alta na Bolsa de Chicago (08:05)
Soja: novas altas em Chicago (08:00)
Mercado do boi sem viés definido (07:50)
Parceria com empresa alemã pode tornar Toledo (PR) referência em biogás (07:36)
Saiba como usar a tecnologia no Agro a seu favor (07:35)
Nestlé lança seu primeiro hambúrguer sem carne (07:31)
Criadores de Rondônia compram mais de 1,5 mil toneladas de milho (07:30)
Cooperativa Languiru apresenta projeto de expansão da avicultura (01:38)
Hambúrguer vegano "que sangra" agora tem versão sem glúten e com 240 calorias (01:32)
Uso de xilanase para melhoria da funcionalidade de fibras nos monogástricos é defendida pela AB Vista (01:30)