Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018
Matérias-Primas

Milho: mercado em Chicago ainda sente efeitos positivos do USDA e fecha em alta nesta 6ª feira
Campinas, SP, 15 de Outubro de 2018 - Os preços do milho negociados na Bolsa de Chicago deixaram de lado a estabilidade observada no início do dia e passaram a operar em campo positivo na sessão desta sexta-feira (12). Assim, as cotações terminaram o pregão subindo mais de 1%, ou subindo entre 3,75 e 4,50 pontos nas posições mais negociadas.

Assim, o vencimento dezembro/18 ficou em US$ 3,73, enquanto o março/19 foi a US$ 3,85 por bushel.

Os traders voltados ainda para os últimos - e altistas - números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta quinta-feira (11), mas também se atentam às informações da demanda. Os dados do boletim mensal de oferta e demanda trouxeram uma produção menor do que o do reporte anterior e abaixo das expectativas do mercado, dando espaço para as altas.

Em seu reporte semanal de vendas para exportação, o USDA mostrou, nesta sexta-feira, que na semana encerrada em 5 de outubro, os EUA venderam mais de 1 milhão de toneladas do grão, volume que ficou dentro das expectativas do mercado.

Foram 1.006,7 milhão de toneladas, com a maior parte sendo adquirida pelo México.

E ainda em seu relatório desta quinta, o USDA revisou para cima duas estimativas para as exportações americanas para mais de 62 milhões de toneladas, contra o número anterior de 60,96 milhões.

Paralelamente, o clima no Corn Belt ainda chama a atenção. Além das chuvas intensas, as temperaturas estão 10 graus mais baixas do que o normal para esse período e também começam a preocupar.

"As previsões para as principais regiões produtoras que passam pela colheita agora serão acompanhadas de perto pelos traders já que chuvas intensas e até mesmo neve seguem trazendo lentidão aos trabalhos de campo", explicam os analistas da Allendale, Inc.

Mercado Interno

Em decorrência do feriado do Dia de Nossa Senhora Aparecida no Brasil, neste 12 outubro, o mercado interno não funcionou e não conta com referências de preços nesta sexta-feira.
(Notícias Agrícolas) (Carla Mendes)
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