Sexta-feira, 22 de Março de 2019
Matérias-Primas

Milho: estabilidade domina o dia
Campinas, SP, 14 de Fevereiro de 2019 - Durante toda a quarta-feira (13) os preços internacionais do milho operaram com estabilidade e poucas movimentações. As principais cotações encerram o dia na Bolsa de Chicago (CBOT) com valorizações entre 0,50 e 0,75 pontos. O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,78, o maio/19 valia US$ 3,86 e o julho/19 era negociado a US$ 3,94.

Segundo o site Barchart, os futuros de milho são fracionados na maioria dos contratos nesta quarta-feira e um dólar mais forte limitou muitos dos ganhos.

Conforme noticiado pela Agência Reuters, o milho foi pouco modificado e a soja diminuiu, à medida que os comerciantes esperavam para ver se as negociações comerciais dos Estados Unidos e China mostrariam os dois lados se movendo para terminar sua briga.

O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse na quarta-feira negociações comerciais com a China estavam progredindo bem, um dia depois de o presidente Donald Trump aplaudir os investidores dizendo que ele poderia deixar o prazo de 1 de março para um acordo comercial com a China deslize um pouco para frente.

Mnuchin e o representante comercial dos EUA Robert Lighthizer chegaram a Pequim na terça-feira e estão programados para realizar um encontro nesta quinta e sexta-feira com o vice-premiê chinês Liu He, o principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

Mercado Interno

Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, valorizações foram registradas apenas nas praças de Luís Eduardo Magalhães/BA (1,45% e preços de R$ 35,00), Palma Sola/SC (1,54% e preços de R$ 33,00), Assis/SP (2,04% e preços de R$ 35,00) e Cascavel/PR (3,23% e preços de R$ 32,00).

Por outro lado, as desvalorizações apareceram apenas em Castro/PR (1,37% e preços de R$ 36,00) e em Campo Novo do Parecis/MT (4,17% e preços de R$ 23,00).

De acordo com a XP Investimentos, a pressão altista ganha força. A dificuldade em adquirir milho tributado (alta do frete) acabou restringindo os negócios ao diferido. Com oferta reduzida, intermediários e silos elevaram suas pedidas pelos estoques armazenados para, assim, realizar seus lucros. Indústrias e granjas, que pouco compravam, acabaram cedendo. Estas adquirem para recompor os estoques, embora, a expectativa de que a colheita local avance nos próximos dias aliada à uma possível baixa dos fretes não inspire compras “mais” volumosas.
(Notícias Agrícolas) (Guilherme Dorigatti)
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