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Milho se mexe pouco na B3 com ritmo de final de ano chegando




Campinas, SP, 19/11/2020

Ontem, a quarta-feira (18) chegou ao fim com os preços do milho pouco movimentados, com mais baixas do que altas no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas valorizações no Oeste da Bahia (3,03% e preço de R$ 68,00) e Cândido Mota/SP (6,21% e preço de R$ 77,00).

Já as desvalorizações apareceram nas praças de Porto Paranaguá/PR (1,32% e preço de R$ 75,00), Campo Grande/MS (1,39% e preço de R$ 71,00), Amambaí/MS (2,74% e preço de R$ 71,00), Rio Verde/GO (2,86% e preço de R$ 68,00) e Maracaju/MS (4,05% e preço de R$ 71,00).

No Mato Grosso do Sul, por exemplo, o preço da saca do milho em MS se desvalorizou 1,55% entre 09 a 16 de Novembro de 2020. O cereal encerrou o período negociado a R$ 71,50. “As cotações do milho no mercado interno recuaram seguindo à desvalorização do dólar”, diz a Famasul em seu relatório semanal.

Apesar disso, o preço médio do mês de novembro segue cotado a R$ 72,15, registrando avanço nominal, no comparativo com novembro do ano passado, de 115,38%, quando o cereal havia sido cotado, em média, a R$ 33,50/sc.

B3

Já os preços futuros do milho registraram leves movimentações ao longo desta quarta-feira na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações contabilizavam flutuações entre 0,19% negativo e 0,31% positivo por volta das 17h07 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 79,95 com queda de 0,19%, o março/21 valia R$ 79,95 com valorização de 0,19%, o maio/21 era negociado por R$ 74,21 com alta de 0,15% e o setembro/21 tinha valor de R$ 65,00 com ganho de 0,31%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a B3 segue um pouco a linha de Chicago com leves altas e mais otimista em função do mercado mais animado com a economia mundial.

“Estamos chegando ao ritmo de final de ano onde as posições de mercado são pontuais. Há poucos produtores e comerciantes com milho para ser negociado e as posições não estão mudando muito, ainda com chance de R$ 90,00 ou R$ 92,00 junto a indústria gaúcha até patamares de R$ 67,00 que é o milho do Mato Grosso”, detalha Brandalizze.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou as atividades desta quarta-feira acumulando elevações para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registraram movimentações positivas entre 3,00 e 5,50 pontos ao final do dia.

O vencimento dezembro/20 foi cotado à US$ 4,25 com valorização de 5,50 pontos, o março/21 valeu US$ 4,30 com ganho de 3,75 pontos, o maio/21 foi negociado por US$ 4,33 com alta de 3,25 pontos e o julho/21 teve valor de US$ 4,33 com elevação de 3,00 pontos.

Esses índices representaram ganhos, com relação ao fechamento da última terça-feira, de 1,19% para o dezembro/20, de 0,94% para o março/21, de 0,293% para o maio/21 e de 0,70% para o julho/21.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, no fechamento das negociações do CME Group na quarta-feira, os futuros de milho, trigo e soja recuaram dos níveis do meio da sessão, mas ainda assim encerraram o dia em alta.

“Você tem dois pontos focais principais. Um é o clima. Dois, você tem rumores de que a China comprará mais”, disse Bryan Doherty, consultor de mercado sênior da Total Farm Marketing

A Agência Reuters destaca ainda que, o milho seguiu a alta da soja, com a forte demanda de exportação dando ao cereal um aumento adicional.

“A forte demanda de exportação de milho dos Estados Unidos e as expectativas de novas compras grandes pela China apoiaram os futuros de milho. O USDA disse na quarta-feira que exportadores privados venderam 140.000 toneladas de milho dos EUA a compradores não divulgados e isso se seguiu às recentes grandes vendas de milho para o México e a Coréia do Sul”, relata Karl Plume da Reuters Chicago.


Fonte: Noticias Agrícolas
Autor: Guilherme Dorigatti




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