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Milho recua no Brasil e "tem tendência de novos ajustes para baixo"




Campinas, SP, 27/11/2020

Ontem, a quinta-feira (26) chegou ao final com os preços do milho recuando no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas valorizações apenas na praça de Ponta Grossa/PR (2,63% e preço de R$ 78,00).

Já as desvalorizações apareceram em Campinas/SP (1,22% e preço de R$ 81,00), Oeste da Bahia (1,50% e preço de R$ 65,50), Amambaí/MS (2,10% e preço de R$ 70,00), Porto Santos/SP (3,53% e preço de R$ 82,00) e Itapetininga/SP (3,75% e preço de R$ 77,00).

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, “a oferta do milho tributado cresceu nos últimos dias em praticamente todas as praças paulistas. Mesmo assim, o comprador está mais afastado dos negócios e frio nas negociações. Com o recuo do dólar o apetite das exportações também está menor”.

No Mato Grosso do Sul, por exemplo, o preço da saca do milho se desvalorizou 2,80% entre 16 a 23 de Novembro de 2020. O cereal encerrou o período negociado a R$ 69,50. “As cotações do milho no mercado interno recuaram seguindo à desvalorização do dólar”, diz o relatório.

Apesar disso, o preço médio do mês de novembro segue cotado a R$ 71,59, registrando avanço nominal, no comparativo com novembro do ano passado, de 109,15%, quando o cereal havia sido cotado, em média, a R$ 34,23/sc.

B3

Os preços futuros do milho oscilaram durante toda a quinta-feira, operando em campo misto e sempre com pouca amplitude de flutuação na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,58% negativo e 0,25% positivo por volta das 17h21 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 79,04 com ganho de 0,10%, o março/21 valia R$ 79,00 com alta de 0,25%, o maio/21 era negociado por R$ 74,70 com queda de 0,07% e o julho/21 tinha valor de R$ 68,60 com baixa de 0,58%.

Os movimentos cambiais também fora voláteis ao longo dia e influenciaram os contratos do cereal brasileiro. Por volta das 17h27 (horário de Brasília), o dólar subia 0,15% e era cotado à R$ 5,33.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o mercado do milho está caindo e tem tendência de novos ajustes para baixo. “Em cinco ou oito semanas vamos ter colheita. Além disso, as indústrias param na próxima semana e quando voltarem já vai estar na boca da colheita”, diz

Brandalizze destaca ainda que, “os portos hoje pagam de R$ 70,00 a R$ 72,00 para a exportação e esse é o balizador. Como hoje estamos mais voltados à demanda interna, ele consegue girar um pouco melhor no interno”.


Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Guilherme Dorigatti




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