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Milho atinge limite de alta em Chicago após novos dados do USDA




Campinas, SP, 13/01/2021

Ontem, a terça-feira (12) foi mais um dia de elevações para os preços do milho no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a única desvalorização percebidas foi na praça de Brasília/DF..

Já as valorizações apareceram em Não-Me-Toque/RS, Cascavel/PR, Palma Sola/SC, Rio do Sul/SC, Dourados/MS, Amambaí/MS, Oeste da Bahia, Luís Eduardo Magalhães/BA e Cândido Mota/SP.

De acordo com o reporte diário da Radar Investimentos, as cotações do mercado físico do milho estão sem tendência nos últimos dias. “Há pouca variação de preços e também pequenas mudanças pelo lado das ofertas do comprador e do vendedor nas praças paulistas”.

Os analistas da Radar destacam ainda que, “as chuvas tem ganhado frequência em grande parte do país, o que reduz a preocupação com o clima”.

Enquanto isso no Paraná, 13% das lavouras de milho verão já chegaram à maturação, enquanto 58% estão em frutificação, 22% em floração e 7% ainda em descanso vegetativo. Já o plantio da segunda safra segue avançando no estado, mas ainda não registra 1% das lavouras semeadas, conforme dados divulgados pelo Deral.

B3

Os preços futuros do milho também registraram tendência altista na Bolsa Brasileira (B3) nesta terça-feira. As principais cotações registraram movimentações positivas entre 0,87% e 3,41% ao final do dia.

O vencimento janeiro/21 foi cotado à R$ 83,84 com elevação de 0,87%, o março/21 valeu R$ 88,65 com alta de 2,49%, o maio/21 foi negociado por R$ 84,90 com valorização de 3,41% e o julho/21 teve valor de R$ 77,95 com ganho de 3,11%.

Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o quadro do milho não vai mudar no cenário mundial porque as safras serão bem menores do que o consumo e os estoques irão cair.

“Aqui no Brasil, vamos para mais um ano de forte demanda e é provável que seja um recorde histórico. Isso vai mantendo as cotações na B3 em alta, assim como o dólar que também segue em alta e favorece o milho brasileiro no mercado doméstico”, comenta Brandalizze.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro explodiram na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira após a divulgação dos relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 23,75 e 25,00 pontos ao final do dia.

O vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,17 com valorização de 25 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,19 com ganho de 25 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,16 com elevação de 25 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,79 com alta de 23,75 pontos.

Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última segunda-feira, de 4,23% para o março/21, de 4,43% para o maio/21, de 4,45% para o julho/21 e de 5,04% para o setembro/21.

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho dos EUA subiram para novas máximas plurianuais na terça-feira depois que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) disse que as safras de milho dos EUA estava menor do que o previsto e os estoques das principais safras diminuíram aquele pensamento anterior.

O USDA fixou a produção o milho norte-americano em 2020 em 360,24 milhões de toneladas, contra o número de dezembro de 368,5 milhões de toneladas, com uma produtividade caindo de 183,90 para 179,92 sacas por hectare.

“Ninguém esperava que a produção de milho caísse assim. Eles (USDA) subestimaram os danos da seca e do Derecho e provavelmente superestimaram algumas das melhores áreas”, disse Jack Scoville, analista do The Price Group.

No final da tarde, a consultoria Agrinvest divulgou alerta aos clientes destacando que o contrato março/21 bateu o limite de alta, e havia registrado mais de 60 mil contratos na compra do preço limite.

“Essa grande quantidade de contraotos deve trazer nova forte alta para as negociações do pregão noturno”, afirmam os analistas da Agrinvest.

A Reuters acrescenta ainda que, este aumento levou os preços a níveis nunca vistos desde 2014.


Fonte: Notícias Agrícolas
Autor: Guilherme Dorigatti




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