Reino Unido suspende em 1º de abril medidas de mitigação da Influenza Aviária

Seguindo o exemplo da França, o Reino Unido definiu que a partir de 1º de abril estarão suspensas as diretrizes que obrigaram a avicultura britânica a manter todas suas aves sob confinamento, sem qualquer acesso ao ar livre.

Tais medidas estão em vigor desde 14 de dezembro de 2020 e – não por coincidência – foram baixadas cerca de uma semana antes da chegada do Inverno europeu, terminando duas semanas depois de encerrada a estação. É que, mal iniciada a Primavera, caem substancialmente os riscos de novos surtos de Influenza Aviária (IA). Ou seja: como a maioria dos vírus gripais, o da IA é típico do Inverno.

Porém, o fim dos confinamentos não implicam em liberdade total. Prevalecem por ora, tanto na Inglaterra como na Escócia e no País de Gales, as Zonas de Prevenção da Influenza Aviária, os mesmos tempo que permanecem obrigatórias as medidas de biossegurança adotadas desde o final de 2020.

“Embora a ameaça de novos casos da gripe aviária tenha diminuído, ainda é extremamente importante que todos aqueles que possuam aves – seja um avicultor comercial com milhares de aves ou alguém com apenas uma galinha no jardim – permaneçam vigilantes e sigam rigorosamente as medidas de biossegurança recomendadas”, preconiza Aimee Mahony, Conselheira Chefe da National Farmers Union.

Como o pior parece estar ficando para trás, é natural que países europeus e asiáticos afetados pela doença comecem a flexibilizar as medidas de contenção adotadas. Até a chegada do próximo do Inverno.

Entre uma estação e outra há tempo suficiente para uma reflexão a respeito da viabilidade (sobretudo no Hemisfério Norte) das criações ao ar livre, um dos focos das ONGs defensoras do bem-estar animal. Pois está demonstrado que manter as aves livres é, também, submetê-las ao risco de – transmitida pelas aves selvagens – contraírem uma doença mortal,. E isso depõe contra o bem-estar animal.

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